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Júri condena Flávio Diefenthaeler Martins a 58 anos de prisão, em Tapera

Júri condena Flávio Diefenthaeler Martins a 58 anos de prisão, em Tapera
28.10.2021 21h31  /  Postado por: Tânia Diehl

 

O Tribunal do Júri da Comarca de Tapera condenou a 58 anos de prisão, nesta quinta-feira (28), Flávio Diefenthaeler Martins, de 51 anos, por triplo homicídio qualificado. Ele foi acusado de matar a tiros o casal Roberto Carlos Terres e Márcia Cristina Johann Althaus, além da filha deles, Maria Elisabeth, em 2017, na cidade de Colorado, no Norte do Rio Grande do Sul.

A defesa do condenado alegou a inocência dele. “Interpomos o recurso ao final do plenário. As razões recursais serão apresentadas em tribunal”, afirmou a advogada Tayana Pedroso.

Além do triplo homicídio, o júri condenou o homem por ocultação de cadáveres. O indivíduo deverá cumprir a pena em regime inicial fechado. O réu já estava preso no decorrer do processo.

“O acusado agiu com total desprezo ao bem jurídico tutelado, ceifando a vida, de uma só vez, de toda uma família, matando seus membros – pai, mãe e filha – uns na frente dos outros, não se sabe a ordem, o que indica sem dúvida que o dolo é extremo”, afirmou a juíza Luana Schneider.

Conforme a denúncia do Ministério Público, os três familiares foram de Carazinho a Colorado após serem chamados por Flávio. Quando Roberto batia à porta da casa, foi vítima da emboscada, já que o assassino, vindo de um local externo, iniciou os disparos de arma de fogo que atingiram as vítimas. Márcia Cristina e Maria Elisabeth estavam dentro do automóvel.

Ercílio dos Santos, um vizinho da família que acompanhava os três na viagem, também foi alvo dos tiros, mas conseguiu fugir.

Em seguida, segundo o MP, os corpos das vítimas foram ocultados por Flávio em uma cova em meio à vegetação na Fazenda Monte Negro, no interior de Não-Me-Toque.

O Ministério Público apontou como razão para os crimes dívidas do tráfico de drogas. Porém, tanto o juiz responsável pela decisão que o levou a júri como o Tribunal de Justiça do RS, na fase de recursos, consideraram que haviam poucas provas para isso e afastaram a qualificadora de motivo torpe.

Mesmo assim, Flávio respondeu a uma tentativa de homicídio qualificado de Ercílio e teve a pena agravada por recurso que dificultou a defesa das vítimas e ocultação de cadáver três vezes.

Fonte  G1

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