Em um mundo tomado pela racionalidade excessiva, que se justifica diante da urgência por soluções para os desafios diários, Paulo Monteiro propõe uma guinada na direção contrária. No livro Antimanual Filosófico: para pessoas inquietas com dogmas organizacionais, o consultor e professor em desenvolvimento humano e organizacional repensa o mundo do trabalho e das organizações a partir da visão de grandes pensadores.
Nomeando os capítulos da obra, Aristóteles, Sócrates, Nietzsche e Kant são alguns dos expoentes que se tornam fontes de inspiração para desconstruir dogmas como a hierarquia, a obsessão por resultados e o individualismo.
O autor, também graduado em filosofia, pinça recortes das teorias destes filósofos e, com uma linguagem prática e didática como se estivesse em sala de aula, faz provocações na forma de perguntas sobre temas como propósito, diálogo, ética e tecnologia.
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