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Governo avalia prorrogar o auxílio emergencial em parcelas decrescentes

O ministro da Fazenda, Paulo Guedes, apresenta à imprensa as propostas do Pacto Federativo

A equipe econômica avalia prorrogar o auxílio emergencial fixando uma espécie de transição no valor do benefício até que ele chegue a seu fim. O martelo ainda não foi batido, mas entre as alternativas em estudo está a possibilidade de pagar mais três parcelas em valores decrescentes, de R$ 500 em julho, R$ 400 em agosto e R$ 300 em setembro.

A última de três parcelas do auxílio começou a ser paga neste mês, no montante de R$ 600, e qualquer prorrogação com mudança no valor requer aval do Congresso Nacional.

*O Sul

Foto: Agência Brasil

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