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Desonerar e modernizar os municípios, os dois desafios de Seger Menegaz, novo presidente da Famurs

30.06.2014 15h26  /  Postado por: upside

O prefeito de Tapejara, Seger Menegaz (PMDB), foi empossado como presidente da Famurs, Federação das Associações dos Municípios do Rio Grande do Sul, para a gestão 2014 / 2015. A cerimônia ocorreu na manhã desta sexta-feira, 27 de junho na sede da instituição em Porto Alegre. Estiveram presentes autoridades dos poderes legislativo, executivo e judiciário, além de centenas de representantes das associações de municípios do estado, conforme informação dos organizadores do evento. Encerrado o seu mandato, o prefeito de Santo Ângelo, Valdir Andres (PP), falou com nossa reportagem acerca do cumprimento de seu objetivo à frente da federação e o encaminhamento da negociação com o IPE, Instituto de Previdência do Estado, para evitar aumento na cobrança dos planos de saúde dos servidores municipais.
O prefeito de Tapejara, Seger Menegaz (PMDB) fala do desafio de estar à frente da Famurs. Para nossa reportagem ele revela que suas duas prioridades são: desonerar as compras municipais, na tentativa de eliminar a cobrança do ICMS para diversas aquisições feitas pelas prefeituras e atualizar a lei de licitações que desde a sua criação, em 1993, se mostra ineficiente, hoje em dia.
O secretário do gabinete dos prefeitos, Jorge Branco, representando o executivo estadual, esteve presente no ato de posse de Seger Menegaz na presidência da Famurs. O secretário enalteceu a tradicional parceria que a instituição tem com o governo do estado.
A senadora gaúcha Ana Amélia Lemos (PP), antes da convenção estadual de seu partido, onde teria a homologação de sua candidatura ao governo estadual, foi prestigiar a posse do novo presidente da Famurs. Ela é autora da PEC 39/2013, ainda em trâmita no senado, que prevê o aumento em 2% no Fundo de Participação dos Municípios (FPM). A senadora falou com nossa reportagem acerca da demora na votação da PEC e sobre a emenda, de senador de Pernambuco, que sugere o parcelamento do aumento dos 2% em quatro parcelas.
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